CLAUDIO TOVAR

Arquiteto de formação, o capixaba Claudio Tovar é ator, dançarino, cenógrafo, figurinista, diretor e dramaturgo. Integrou o Dzi Croquetes, grupo que revolucionou o cenário teatral brasileiro.

Em 1975, Tovar criou o espetáculo Romance, do qual é autor, cenógrafo, figurinista, ator e bailarino. Em Paris, participou de Les Milles et une Nuits, como cenógrafo e figurinista, e Les Amuse Gueules.  Em 1980, foi cenógrafo, figurinista e coreógrafo de As Mil e Uma Encarnações de Pompeu Loureiro, pelo qual recebeu o Prêmio Mambembe de Melhor Cenário. Em 1982, estrelou, ao lado de Lucinha Lins, o espetáculo Sempre, Sempre Mais.

Ainda no teatro, como produtor, autor e diretor, realizou espetáculos como Sapatinho de Cristal, Simbad de Bagdad e Caixa de Brinquedos. Participou ainda da remontagem de A Ópera do Malandro e do musical O Baile.

Os inúmeros trabalhos de Tovar em teatro lhe valeram diversos prêmios, entre eles o Shell de Melhor Cenário por Veneza, o Shell de Melhor Figurino por Somos Irmãs e o Apetesp de Melhor Figurino por Elas por Ela.

Na televisão, integrou o elenco de novelas como Êta Mundo Bom!, Poder Paralelo, Insensato Coração e Milagres de Jesus, além de ter feito participações em Roque Santeiro, Por Amor, Cheias de Charme, Lado a Lado e Amor à Vida.

Atuou na primeira temporada deO Mecanismo – série para a Netflix com direção de José Padilha inspirada na Operação Lava Jato – e também na segunda (ainda inédita).

Em 2019, estará na série O Doutrinador, inspirada no quadrinho homônimo de Luciano Cunha.

Seus trabalhos como artista plástico puderam ser vistos nas exposições Fragmentos e Ícones do Brasil, ambas na Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro.